segunda-feira, 17 de julho de 2017

LANÇAMENTO : O PIO DA CORUJA









 Tenho escrito muitas crônicas sobre política e economia e, no desejo de voar em outras plagas e sair desse mundo rancoroso, frio e sovina que envolve os políticos dessa nação, resolvi escrever este livro onde o imaginário se debate com a realidade, deixando o leitor em dúvida sobre o que é real ou não. Afinal tudo são ilusões, é como a vida nos faz, desejos, ambições, narcisismo, egocentrismo, e, todos os predicados que merecemos e os que desmerecemos.  O que no fundo todos querem, desculpem-me os puros de coração e de princípios, se é que existem, é dinheiro, fama, beleza, conquistas amorosas, e o mais significante: poder, ter posição de mando, soberania financeira e seus efeitos colaterais. O maior prazer daquele ao qual dinheiro não é problema é fazer dele um “hobby” diário, consumi-lo e desfrutar de seus poderes sociais: melhores restaurantes, as mais interessantes companhias, relógios de grife no pulso e cordões de ouro maciço no pescoço e nos pulsos, melhores roupas, sapatos feitos sob medida e alguns ainda usam o cromo alemão, sem falar nos carros mais desejados dessa economia de consumo capitalista. Sua única preocupação é ter mais dinheiro, e como diz o ditado popular: “dinheiro chama dinheiro”; quem o tem certamente o terá mais amanhã do que o tem hoje – é como a multiplicação dos pães, peixes e do vinho por Cristo, e como Ele mesmo disse: “À Cesar o que é de Cesar” referindo-se à moeda com a imagem de Cesar.                             

O homem é meramente ocupante do planeta, porque aqui se evoluiu, conforme alguns cientistas, da vida marinha à vida batráquia até chegar à vida de um ser animal de sangue quente, carnívoro, mamífero e de acordo com padrões conhecidos, ser racional. Apesar de ser classificado como ser racional, ele degrada o meio ambiente, devastando sua flora e fauna, polui suas águas, apesar de ser fisicamente 70% constituído dessa mesma água, e ainda polui o ar que respira. A somatória de todas essas agressões é o efeito estufa que tem provocado mudanças significantes no clima do planeta. Esse ser humano que habita o planeta, pode ser de estrema ignorância ou de uma sabedoria de um gênio, a depender de sua formação genética e da educação que lhe foi possível adquiri-la. Porém, independentemente de seu grau cultural, ele é um ser pensante e emotivo, portanto, fadado a ter medos, alegrias, traumas, e talvez até impossibilitado em distinguir o real do imaginário. Nessa obra deixo o leitor absolutamente à vontade para tirar suas conclusões. Os nomes e personagens são fictícios, portanto, qualquer semelhança terá sido mera coincidência. Quanto aos fatos são reais ou imaginários? Você é quem decide!


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quarta-feira, 12 de julho de 2017

LANÇAMENTO: SEGREDOS



NOVO LANÇAMENTO DE GILSON MARCIO MACHADO, O LIVRO SEGREDOS.

O LIVRO PROIBIDO

À VENDA NO SITE















 O autor neste seu 5º livro inova-se com um gênero narrativo em forma de prosa e romance, retratando dramas da forma que a vida na realidade é. Durante nossa jornada passamos por momentos e fases para aprendizado, para o amor, para as paixões e, em contrapartida temos as fases de decepções, traições e traumas como consequências. Trata do tema central de forma real e humana, que são os SEGREDOS de cada um. Todos temos segredos, que por serem segredos, são normalmente de natureza íntimos. Se são íntimos, fatalmente há sexo envolvido.  Quanto ao trato de sexo de forma explícita, na obra, tem como objetivo deixar o leitor a vontade, pois entre quatro paredes, as paixões são desenfreadas e cada qual age à sua forma e conveniência. Não há dúvida, na história da obra, que sexo é o ponto de equilíbrio do relacionamento humano entre homens e mulheres. O autor tem por objetivo mostrar que a imoralidade é discutível, e o que possa parecer imoral é na realidade moral, desde que as partes envolvidas se auto comprometam, gerando um relacionamento saudável, duradouro e companheiro, conforme aspira à sociedade dos homens.


















quarta-feira, 28 de junho de 2017

Novo livro: CRÔNICAS & MILONGAS







            

        CRÔNICAS & MILONGAS








Um livro de GILSON MARCIO MACHADO 


                                                   PREFÁCIO

Na atual conjuntura da sociedade brasileira existem dois tipos de cidadãos. Aquele que é trabalhador, gerador de recursos para manutenção dos políticos e autoridades públicas, por intermédio do pagamento de impostos, que em sua maioria é desviado em propinas pela corrupção, numa performance adquirida pelos governantes dos últimos tempos. E, lamentavelmente, o indivíduo, que não poderia ser chamado de cidadão, que é o milongueiro ( adjetivo, substantivo masculino que canta milongas , e informalmente é aquele que tem lábia, é dengoso e manhoso)– irresponsável, falador inveterado, demagogo e acima de tudo corrupto ou corruptor – a sua maioria está associada ou filiada aos partidos políticos, estão, ao seu modo, praticando política milongueiras em seus respectivos cargos no governo, seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário. Os piores milongueiros dessa nação são os filiados à força sindical, que sobrevivem às custas do cidadão produtivo que lhes cedem o salário de um dia suado de seu trabalho. Os sindicalistas mesmos não trabalham, precisam de tempo disponível para praticarem movimentos, passeatas, reivindicações e outras benesses a que este “árduo” trabalho lhes proporcionam.

Infelizmente convivemos muitos anos com aquela filosofia “barata” de um antigo político brasileiro de que: “Rouba mas faz” – pelo choque “anafilático” que causou suas administrações públicas, quando a corrupção já era um prenúncio de que dias piores estavam por vir – pelo fato de mostrar muitas obras em suas gestões, enquanto os outros iniciantes na corrupção pouco faziam em suas. O segredo das administrações desse político consistia em realmente executar várias obras para paralelamente participar, igualmente de muitas cotas de propinas.

Em nossa cultura política, até há poucos anos, antes do advento da Operação Lava Jato, admitia-se a corrupção no meio político e dos servidores públicos – como se fosse um mal necessário; os cidadãos de boa índole, dessa nação, não comungavam com o hábito; porém, simplesmente se omitiam e até admitiam, pelo “statu quo” existente.
Com o advento do PT- Partido dos Trabalhadores, no poder, nasceu uma nova forma de governar o país:  desenvolveu-se expertise da corrupção, tornando-a acadêmica, cientifica, e acima de tudo digital – pois movimenta-se bilhões em US$ oriundos de propinas, fugindo-se do fisco brasileiro: sem o uso de papel- devem ter criado softwares tão sofisticados que já escondem o dinheiro em paraísos fiscais, ou até mesmo suíços e, papel moeda já lavado. Conforme alguns críticos políticos e, até membros do Ministério Público alegam que seria para manutenção do PT no poder por 25 anos. Pelos valores desviados, amplamente divulgados pela imprensa, daria para eleger membros do PT por várias décadas...O pior de tudo é que apregoam exatamente o inverso, de que seriam os responsáveis por bons resultados do primeiro e segundo mandato do PT no poder, quando na realidade, era um efeito residual das políticas econômicas e monetárias do governo FHC – Fernando Henrique Cardoso.

O PT, paixões à parte, levou o país a sua maior recessão e maior desemprego de que se tem registro desde o descobrimento do Brasil em 22 de abril de 1.500. Por pouco, não levaram o país a um estado de inadimplência, ou de falência, na verdade , salvos pelo ótimo desempenho milagroso do agronegócio brasileiro e suas supersafras, terra brasileira, já cobiçada por Pero Vaz de Caminha – mas deixou muitos rastros de desvios de dinheiro público, haja vista o ocorrido com a poderosa Petrobras, que de um lugar entre 10 maiores empresas do mundo, caiu para 249º posição (em 2016) O BNDES teria, também sofrido com milongueiras negociatas políticas; sua “caixa preta” ainda não foi aberta, certamente nos reserva números assustadores. Principalmente os empréstimos, dantes destinados a fomentar empresas brasileiras, e que foram desviados recursos para projetos mirabolantes dos companheiros do PT dos países bolivarianos, e, junto, não poderia deixar de ser entrou nesses países as sementes recém germinadas no governo do PT, já com expertise em corrupção. Só uma visita araponga do dono do frigorifico JBS, Sr. Joesley Batista, ao presidente Temer trouxe à tona um escândalo milionário em propinas, apontadas em delações premiadas. Imaginem o que os políticos com seus segundos escalões devem ter feito no BNDES!


Em Crônicas & Milongas o autor retrata o cenário político e social destacando a essência, informa e oferece o que muitas vezes passa despercebido. Mais uma vez, em Crônicas & Milongas, Gilson registra fatos que documentam o momento, a vida, a vida dos brasileiros, Numa agradável leitura discorre sobre comportamento economia, recursos humanos e outros títulos, baseando-se na sua aguçada demonstração de patriotismo, de brasilidade. Vem daí a confirmação de todo sentimento no título Crônicas & Milongas. Este novo livro vem enriquecer mais o mundo literário e especificamente cada leitor reavivando o sentimento que vive arraigado no coração de todos e dando continuidade a já consagrada leitura dos primeiros livros de crônicas do autor. Além da leitura prazerosa a uma finalidade, Gilson Marcio Machado registra situações de verdadeiro valor num compêndio que, por mérito, encabeçara a lista de livros nacionais.

sábado, 24 de junho de 2017

Projeto de livro SEGREDOS






















            SEGREDOS





















                     Um livro de                           

                     GILSON MARCIO MACHADO  

    

                                                          PREFÁCIO



O autor neste seu 5º livro inova-se com um gênero narrativo em forma de prosa e romance, retratando dramas da forma que a vida na realidade é. Durante nossa jornada passamos por momentos e fases para aprendizado, para o amor, para as paixões e, em contrapartida temos as fases de decepções, traições e traumas como consequências.

Trata do tema central de forma real e humana, que são os SEGREDOS de cada um. Todos temos segredos, que por serem segredos, são normalmente de natureza íntimos. Se são íntimos, fatalmente há sexo envolvido.

Quanto ao trato de sexo de forma explícita, na obra, tem como objetivo deixar o leitor a vontade, pois entre quatro paredes, as paixões são desenfreadas e cada qual age à sua forma e conveniência.  Não há dúvida, na história da obra, que sexo é o ponto de equilíbrio do relacionamento humano entre homens e mulheres. O autor tem por objetivo mostrar que a imoralidade é discutível, e o que possa parecer imoral é na realidade moral, desde que as partes envolvidas se auto comprometam, gerando um relacionamento saudável, duradouro e companheiro, conforme aspira a sociedade dos homens.

“Toda mulher leva um sorriso no rosto e mil segredos no coração. ” Clarice Lispector -  Escritora e jornalista brasileira (1920 – 1977)

“Sou grande, forte. A única fraqueza é guardar segredos no coração. ” Juliusz Slowacki - Poeta eslovaco que viveu no século XIX.

“Guarde seus mais íntimos segredos para si. É sua história, não fique alardeando-a por aí.  Perderia todo o sentido. ” Autor não identificado.

Esta é uma obra de ficção e, qualquer semelhança de nomes, personagens e fatos narrados, é mera coincidência.



O autor.





                                               SUMÁRIO



CAPÍTULO I – HÁ 35 ANOS EM BRODOWSKI                                            006

I.I – O dia D de Tony                                                                                       012

I.II – A primeira vez de Tony                                                                         014



CAPÍTULO II – 5 ANOS DEPOIS                                                                     016

II.I – A primeira carta                                                                                      020

II.II – A segunda carta                                                                                     023

II.III – O segredo de Julia adolescente                                                         026

II.IV – A mudança de cidade                                                                          028

II.V – Enquanto isso na Santa Cecília                                                           029



CAPÍTULO III – 15 ANOS DEPOIS                                                                  030

III.I – A suíte Eros e Afrodite                                                                          033

III.II – O segredo da Dra. Shirley                                                                    034

III.III-            E, em algum lugar na Vila Mariana                                                    038

III.IV – O segredo de Barak                                                                             039

III.V – O segredo de Julia adulta                                                                    041



CAPÍTULO IV – NOS DIAS ATUAIS                                                                044

IV.I – O casamento de Tony                                                                           046

IV.II – Um Don Juan milionário                                                                      048

IV.III – Barak e a seita secreta                                                                        049

IV.IV – O filho bastardo de Julia                                                                     051

IV.V – Finalmente o teste de DNA                                                                 054

IV.VI – Paulo Siqueira se abre com o Dr. Guimarães                                  057

IV.VII –O Dr. Guimarães contrata um detetive                                            061

IV.VIII – A investigação do paradeiro de Julia e do Barak                          070

IV.IX -   O progresso de Paulo Siqueira                                                          072

IV.X -   O Dr. Guimarães surpreende Paulo                                                   075

IV.XI -   A nova paixão de Paulo Siqueira Guimarães                                  078

IV.XII – Os segredos da secretária Paula de Souza                                      080

IV.XIII – O Dr. Antonio Guimarães e Silva não resisti                                  083

IV.XIV – A crise política e econômica e o Grupo Guimarães                      085

IV.XV – Os prazeres de uma vida milionária                                                 092

IV.XVI – Paulo se torna um amante das artes                                              094

IV.XVII – Paulo entra no mundo dos negócios da arte                               100

IV.XVIII – O sequestro do Dr. Antonio Guimarães e Silva                           102

IV.XIX – A libertação do Dr. Antonio Guimarães e Silva                              109



CAPITULO V – E, A VIDA CONTINUA...                                                           110

V. I – Mudanças de comportamento                                                               111

V.II – O novo casamento do Dr. Antonio Guimarães e Silva                        113
V.III – Enquanto isso em Paris                                                                          

quinta-feira, 22 de junho de 2017

OS AMORES DESSA VIDA,









                                      Os amores dessa vida



C

ertamente o título chamou sua atenção, pois é um tema por demais implícito e explícito, rotineiro e rarefeito, eloquente e demente, sensual e  assexual, pra falar a verdade deveriam ser a essência da vida – os amores dessa vida.

Quem não teve um grande amor em sua vida – nossos avós, certamente, tiveram a eles mesmos... porém, nos dias atuais, não dá pra falar de um grande amor, e sim dos grandes amores. Você acha imoral falar sobre isso? Caro amigo, sinto te contrariar, mas no mundo de hoje não tem como se ater a um grande, uno, majestoso, insubstituível, e outras palavras elocubratórias sobre o tema – não existe mais aquele grande amor contado por William Shakespeare, como em sua obra Romeu e Julieta. Afinal é um drama fictício...

As Julietas estão mais para ceifar a vida dos seus “amores” que suas próprias vidas, plagiando perfeitamente certos marsupiais. Haja cicuta para tantos - Os Romeus, por sua vez, estão mais para ermitões dos espigões de concreto, desde que os finais de semana tenham uma área para o freezer e a churrasqueira. A bola de couro costurada, a oficial, entra em cena após a soneca pós-caipirinhas, cervejas e muita picanha e linguiça. Por falar em linguiça, estão muito em uso novamente, mas só aquela assada, em detrimento às quentes e rígidas naturalmente pelos ímpetos da carne e sangue humano, as mulheres que o digam - pensando melhor, algumas mulheres...  

Na verdade não temos mais nosso grande amor de nossas vidas e, sim grandes amores. Mas o que vem a ser esses grandes amores?  Duvido que alguém credenciável possa dizê-lo; até mesmo os mestres na matéria, como Antônio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, e os Fábios Juniores “da vida”. Pois vejamos esses exemplos de homens que a tudo amavam e amam, incluindo suas mulheres:

- Jobim, li certa feita, que foi visto sentado à sarjeta a fumar um charuto               escondido da mulher. Qual mal seria o pior, o fumo nos pulmões, alvéolos, bexiga... Ou a abstinência a esse grande prazer que Tom tinha? Afinal um mestre em poesia, música, piano, e artes afins não poder sentir o prazer  de fumar um maldito charuto, que nem precisaria ser cubano.

Vinicius de Moraes, dramaturgo, poeta, músico, compositor, arranjador e diplomata, não conseguiu se realizar com oito casamentos, pois o fez nove vezes – mas realmente se casou nove frustradas vezes (se não o seriam nesse número). Um homem sensível, amável na conversa e sentimentos, poeta de finíssima textura, ter que casar tantas vezes – imagine a confusão mental de um homem desses ao acordar durante a noite e ter que se certificar de onde está e com quem está? Ele disse em versos: “o amor é eterno enquanto dure”.

Quanto aos Fábios, vou dispensar os comentários, pois os seus amores ainda não fazem parte da história – estão ainda acontecendo e certamente irá parar no livro Guinnes.

Afinal, como dizia a personagem “Sinhozinho Malta” , o Lima da época do Roque Santeiro: “chega de tre-le-le” e “tô certo ou tô errado?” afinal que estória é essa dos amores dessa vida ? Depende do ponto de vista dos homens e das mulheres – comecemos por elas, afinal o homem, pelo menos os de outrora, priorizavam as damas.

Um dos maiores amores que uma mulher moderna possa ter é um bom limite em um cartão de crédito, e que seja agregado ao do seu amor, e não o seja por sua conta. Ter uma infinidade de sapatos, que são tantos a ponto de muitos nem sequer serão calçados uma única vez. No meu tempo de adolescente era hábito brincarmos em dizer que deveríamos ter pelo menos um isqueiro, de preferência de marca Zippo, cheirando à gasolina (o fluido que se usava também era derivado do petróleo), isso para se fazer notar entre as mulheres, já que carro não podíamos ter – hoje as mulheres não querem que você , homem, cheire à gasolina de seus carros, elas querem outro grande amor que é um desejo de consumo universal: um carro novinho em folha. Se você homem, quiser realmente saber quais são os amores da vida das mulheres de hoje, se camufle de cadeira de salão de beleza, dê uma de Paulo Silvino, e ouça suas conversas grupais nesses locais que é só delas. Posso assegurar que você ficará vermelho de vergonha, por tamanhos impudores – são simplesmente inacreditáveis a nós homens, que somos taxados de porcos chovinistas, machistas, rudes e mais uma infinidade de predicados.

Tenho pena dos homens que tentam entender as mulheres, pois vai chegar ao Alzheimer e não conseguirá entendê-las. Ouso dizer que nem elas saberiam exatamente o que querem se tivessem a oportunidade de um “reality show” lhe proporcionar um atendimento de desejo.

Falando ainda do sexo forte, a mulher, uma prova cabal de que são outros tempos podemos citar como exemplo suas paixões (amor novo, deslumbrante e transitório) : É preferência internacional os homens desprovidos de boas intenções e educação, e que não sejam cavalheiros e que querem só ficarem e nem pensam em namoro sério. Quanto mais sofrimento puderem proporcionar, mais elas os amam, se apaixonam e até se desesperam. Aqueles homens em extinção que são educados e cheios de boas intenções estão em baixa, caíram nos pregões da vida, pois são abomináveis às mulheres, para desespero dos pais ou avós ainda vivos.

Pois bem, foi aqui falado até então das mulheres e muito pouco dos homens. Olhem, querem saber? Já basta ter falado das damas e deixe pra lá os cavalheiros, pois não consigo entender nem a mim, quanto mais a outrem.  Aliás, alguém pode me explicar o que estou ora fazendo, madrugada afora, a escrever sobre algo absolutamente incompreensível e personalíssimo, como é o amor?

terça-feira, 30 de maio de 2017

DICAS DE UM PAI ...


dicas de um pai ....



30/05/2017
Uma crônica de Gilson Marcio Machado




DICAS DE UM PAI EXPERIENTE PARA AS GALERAS ANTIGAS E       INEXPERIENTE PARA A TURMA DA GERAÇÃO Y e Z


Você pode pensar que nós, os pais e mães não nos preocupamos com o que você tem nos posicionado quanto aos problemas que tem enfrentado em seu emprego, mas na verdade nos preocupamos e muito, até exageradamente.
Porém, por nossa idade avançada, sessenta e tantos anos, já vimos esse filme antes, melhor dizendo esses filmes e, quantos que você nem imagina. A vida profissional não é fácil para ninguém, nem para os chefes, patrões e todos, afinal, dentro da empresa, desde a senhora que cuida do cafezinho e da limpeza até o dono ou presidente da empresa.
Desculpe-me estar escrevendo este texto, é que de uns anos para cá, cada vez mais, sou mais seguro de mim mesmo e por conseguinte mais convincente, escrevendo, do que falando, por cansaço em minhas cordas vocais devido a falta da tal dopamina, que as células deixaram de produzir devido o mal de Parkinson.
Mas voltando ao que interessa, não há moleza no mundo corporativo, nem para os acionistas ou donos do negócio, e, muito menos aos colaboradores. É uma batalha de foices, acho que os colaboradores precisam usar foices, por não possuírem meios de ter armas mais eficazes por falta de verba, portanto, precisam ganhar as guerras, melhor dizendo as guerrilhas diariamente sem disporem de ferramentas adequadas e têm que se virarem com as foices mesmo.

As ferramentas necessárias mencionadas acima, são: mão-de-obra, e falta de metas realistas para cada um no grupo de colaboradores, pois sem essas metas ninguém tem condições de saber o que está errado e quanto seria esse erro.
As metas têm que serem definidas pelas chefias, dentro de um programa realístico de cada setor, não adiantando cria-las para não serem cumpridas, pois assim seriam, na prática, somente um elemento a mais para desmotivar o grupo.
O que mais falta nas corporações atualmente, é a mão-de-obra, não por escassez de profissionais, mas sim por economia de folha de pagamento e melhorias nas margens de lucros das empresas. Quem está efetivado tem que trabalhar e fazer as vezes de seu trabalho que hoje pode ser um e amanhã ser esse um dobrado e depois de amanhã de três ou mais. Quem está fica e tem que se desdobrar e quem não está dentro luta para entrar.
Mas a história é parecida em todas as empresas e em todos os ramos. A culpa é da recessão e da política econômica, corroídos pela corrupção e falta de gestão dos governantes. Os empresários, talvez, tenham mais receio disto, do que da lucratividade de seu negócio. Afinal, vivemos num mundo colossal de 8,5 milhões de km2 de terras produtivas, sem desertos, sem geleiras, sem furacões, sem terremotos, sem tsunamis, sem vulcões, enfim vasta área verde, pastos regados a capim de primeira para as criações; e áreas para o plantio de grãos que nos colocam na liderança mundial de produção de alimentos. Mas e o pais, o seu povo, como andam? A resposta todos sabemos de cor e salteado.... Estamos numa verdadeira esbornia, uma zorra total, a ponto de os políticos terem perdido o direito de estarem em público, pois correm o risco até de linchamento – perderam o direito de irem e virem....

O pais está num estado de choque coletivo, especialmente dos empresários, que além de se preocuparem com o presente e especialmente com o futuro de seus negócios, se preocupam também, pelo menos aqueles mais sensíveis e cônsules de seus papeis sociais, com os seus colaboradores e dependentes, portanto, o que importa e produzir com sabedoria, com economia e acertos e manter o seu quadro e tentar não infla-lo ou torná-lo dispendioso a ponto de colocar sua estabilidade financeira em risco. Mas a maior parte, confesso, acho eu, é o tabu da crise...

sábado, 29 de abril de 2017

QUANDO O BOM SENSO PEDE LICENÇA

                        QUANDO O BOM SENSO PEDE LICENÇA

A atual imagem dos políticos e autoridades constituídas, em face das propinas e corrupção que vieram à tona, iniciando com o processo do Mensalão e estendendo-se com a Operação Lava Jato e, as consequentes delações premiadas que cada vez mais estão sendo utilizadas por presos que sentiram na pele a força da lei e num desespero de amealhar suas penas, está nos piores índices que já se apurou neste país. Nunca dantes a classe política esteve tão desprestigiada; o povo não quer nem ouvir falar em vereador, deputado, governador, prefeito, presidente da câmara, presidente do senado, presidente da república, ministro de governo, ministro do judiciário e toda infraestrutura de autoridades de carreira que são emanadas desses poderes.

Apesar do povo e da imprensa nacional ovacionarem os feitos do Ministério Público e de alguns juízes e procuradores, a exemplo do juiz Sérgio Moro, começa a haver um certo descontentamento no que tange a, até então, impunidade de Luiz Inácio Lula da Silva, de Renan Calheiros e alguns outros caciques históricos e “corruptos mor” da república. Os próprios réus da Operação Lava Jato, estão se sentindo preteridos nos seus respectivos direitos, pois estão presos e os caciques que realmente tinham o poder de mando nas “tribos” continuam soltos e intocáveis – prova disso as últimas manifestações de quererem fazer acordos de delações, como o Palocci. O “italiano” nos livros de propinas da Odebrecht, e Antonio Palocci no mundo político.

De repente, estrategicamente, surge no cenário nacional uma tal Greve Geral que ao certo ninguém sabia seu real motivo. Seria contra as reformas que Temer está sem temer encabeçando-as? Seria contra o fim da contribuição sindical? Seria em prol dos sem-terra? Sem teto? A favor de eleições já?

 Ao certo ficaram em casa “descansando” algumas classes insatisfeitas há anos, que por elas estariam sempre em greve, como os professores, os Correios, os metroviários, os ferroviários, as empresas de transportes e, os bancários, que não representam nenhuma novidade.

Os promotores reais do fracassado movimento grevista global foi o PT e os sindicatos alinhados ao partido – pura “badernagem”. Passei de carro pela Av. Paulista, por mera distração – quando vi já estava em plena av. por volta das 16H00 e, estava vazia. Havia um carro de som sob o MASP, com alguém discursando para “alguns gatos pingados “ao lado do carro.

Trabalhadores e comerciantes, ficaram em casa por falta de transporte coletivo e prevenindo-se de alguma violência ou prejuízos que poderiam ser provocados pelos baderneiros, que mais querem ver o “circo pegar fogo”, não se importando com o país e muito menos com sua economia.  E, assim ocorreu em várias partes do país, alguns poucos sindicalistas, num desespero por estarem numericamente insignificantes, restaram-lhes atearem fogo em pneus velhos e alguns outros inflamáveis e, logo debelados pela PM.


Se fosse unicamente a ausência de bom senso a situação seria menos grave – na realidade são ações irresponsáveis de petistas, começando por seu Presidente de Honra e seu criador, o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, pois a atual situação econômica do país é fruto do governo petista encabeçado por ele próprio com dois mandatos seguidos de Presidente da República e outro mandato e meio como Presidente paralelo ao de Dilma Rousseff, sua cria...


domingo, 23 de abril de 2017

APESAR DE TUDO...






                                           APESAR DE TUDO....

   
Nós, brasileiros, estamos num barco com o leme avariado. O comandante tenta a todo custo mantê-lo em sua rota mesmo com vários incidentes de percurso, tais como: Maremotos, tsunamis e furacões; quando assumiu o comando o barco já estava avariado e encontrava-se à deriva, herdou uma herança maldita...

Porém, apesar de tudo - A economia começa a dar sinais de reação, conforme nosso Ministério da Fazenda e o próprio FMI –Fundo Monetário Internacional, a inflação acumulada está em 4,64%, próximo dos limites máximos estipulados pelo governo que é de 4,5% e, a taxa de juros Selic está em 11,25% na quinta queda seguida. Essas informações chegam aos nossos ouvidos e deixam nossos cérebros atordoados. Mesmo com os últimos acontecimentos envolvendo a classe política brasileira, que estão sendo divulgados à Nação por toda a imprensa, inclusive no horário nobre da televisão, nossa economia consegue reagir.

Como dizia João Paulo II, “Deus é brasileiro e o Papa é Carioca. ”

Já imaginaram se esse Gigante fosse governado por verdadeiros estadistas ao invés desse bando de corruptos? Mas, estadistas estão em falta no mercado político brasileiro, aliás esse está mais parecido com um “mercado persa” quando os políticos vivem de troca-troca como o mercado do antigo império persa.

Um povo amigo de todas as raças, um país que é um verdadeiro laboratório étnico, onde todos vivem em harmonia, independentemente de cor, raça e religião. Aliás é o maior pais católico do mundo e, apesar disso as igrejas luteranas são diversas e todos convivem em respeito mútuo. Bem que esse povo mereceria ser governado por homens sérios, patriotas e acima de tudo honestos.

Quem sabe surjam no horizonte outros Sergios Moro, com outras operações Lava Jato e, consiga-se passar esse país a limpo, nem que se tenha que construir centenas de presídios de segurança máxima, repito: segurança máxima e quiçá com trabalhos forçados, mesmo que seja somente com enxadas para carpir as ervas daninhas da terra, como os próprios políticos.




                                             

domingo, 12 de março de 2017



DUPLA PERSONALIDADE EM TEMPOS MODERNOS

11/03/2017
UMA CRÔNICA DE GILSON MARCIO MACHADO





               DUPLA PERSONALIDADE EM TEMPOS MODERNOS



Com a proliferação do mundo digital e, o uso cada vez mais massificado das redes sociais, transforma o cidadão do mundo real nesses tempos modernos , num  estilo cada vez mais introvertido, portanto, um mero desconhecido,  sendo simplesmente mais um na multidão  e, com outra personalidade que seria sua versão digital, que vive em comunidade participando de vários grupos , com uma vida social hiperativa , se transvestindo ao melhor modelo que seus pares idealizam: personagem moderno, culto, viajado, bonito, bem de vida, consumidor dos melhores produtos disponíveis no mercado, a fazer inveja a qualquer outro  personagem – mas tudo isso no mundo virtual, onde  todos se escondem nas redes da internet, com o uso assustadoramente doentio dos smartphones, dos tabletes e , enfim dos personal computers.

A situação é tão complexa no mundo real que ninguém mais sai de casa sem o seu smarphone, na verdade essa ferramenta tornou-se uma espécie de companhia obrigatória no cotidiano. Fazem uso dos mesmos andando nas ruas, nos transportes coletivos, nas filas de espera, e até nos pseudos bate-papos onde ao invés de conversarem com os pares ficam a digitar os seus celulares. Sair de casa sem o seu smarphone é tão assustador que o cidadão se sente totalmente desprotegido do seu mundo, na realidade virtual que confunde com o mundo real.

O cidadão do mundo real não mais consegue levar uma vida normal, ou seja, aquela vida em que as pessoas se relacionam ao natural, trocando ideias, debatendo assuntos de interesse geral, enfim mal conseguem conversarem, dentro dos ambientes rotineiros, incluindo suas casas, local de trabalho e nas escolas. Só conseguem sobreviverem, quando em seus aposentos, que se transformaram nesses tempos modernos em verdadeiros “abrigos pessoais”, como se o mundo fora desse seu “abrigo” fosse território inimigo – claro que mais intensamente os jovens, mas não se exclui aqui os maduros, casais já beirando ou passando dos seus 40 anos.

Os relacionamentos pessoais estão cada vez mais rarefeitos, sendo comum no meio das jovens expressões como: “ninguém quer saber de compromisso” ou “está faltando homem no mercado”; pudera, os cidadãos estão se camuflando com sua outra personalidade, aquela do mundo digital, onde podem ser heróis nas batalhas dos jogos cibernéticos, possuem o porte de galã, fazem uso dos melhores bens de consumo e vendem a imagem de parceiros ideais aos pares do outro sexo, vale tudo nas postagens nas redes sociais. Se tornou um fato corriqueiro os golpes de pessoas mal-intencionadas que ludibriam seus contatos nas redes sociais que se envolvem emocionalmente, num mundo fictício e de fantasias ao gosto de cada um.

A febre do mundo virtual não somente atinge os cidadãos adultos, mas também as crianças, aliás, parecem que nos tempos de hoje já nascem sabendo usar os computadores. Um mundo maravilhoso para os pedófilos e, um verdadeiro pesadelo para os pais.

Os meios de comunicações, ironicamente, não se utilizam mais as conversas telefônicas e, muito menos as conversas ao vivo, está em uso, como se obrigatoriamente, as mensagens digitadas nos smartphones e em forma de e-mails, como se a conversa ao vivo não mais existisse – a continuar assim o homem na face da terra, logo não terá mais cordas vocais...

Os obstáculos de relacionamento estão cada vez mais em ascensão, pois os textos digitados, principalmente em nosso rico e ao mesmo tempo prolixo português, dão sentidos duplos aos fatos comunicados, quando sabemos de “cor e salteado” que uma virgula mal colocada, pode dar um sentido dúbio à frase – você pensa que está dizendo uma coisa e o leitor entende outra. Muitas vezes também, usa-se o jargão: “vou te mandar um e-mail” ou “me mande um e-mail” como protelação de algum fato importante que queira esquivar-se; como acontece igualmente quando alguém se despede de outrem e diz: ”precisamos nos ver com mais frequência – a gente se comunica”, na verdade voltarão a se ver, se forem amigos ou parentes, em algum novo casamento ou velório em família.

Saudades do tempo em que conversávamos pessoalmente, olhando olhos nos olhos, quando era normal se ouvir atentamente o que o seu interlocutor dizia, avaliando-se simultaneamente as expressões fisionômicas, bem como as gesticulações do corpo que também tinha sua oportunidade de falar -   éramos felizes e não sabíamos, pois, o mundo era muito melhor e as empatias eram rotineiras entre os homens e as antipatias eram explicitas e não implícitas.